Disgarce And Terror - El Papa Negro / Resenha Metal Vox
 
presenteia com sete “pedradas” no crânio novinhas em folhas. Mantém o nível apesar do temor que o tempo exíguo pudesse prejudicar o resultado final, posso afirmar que não afetou em nada, pelo contrário. Temos aqui mais uma prova inequívoca do poder sonoro do Disgrace and Terror que num gradiente vai lapidando ainda mais sua proposta musical.
 
Lançamentos via Distro Rock Records :
-Disgrace And Terror - El Papa Negro 
Thrash Death Metal (Disponível)
-Caverna - Abismo
Black Metal (Em breve) 
-Horror Chamber - Eternal Torment 
Death Metal (Em breve)
ColdBlood - Indescribable Physiognomy Of The Devil 
Death Metal (Em breve)
 
 
Disgrace And Terror - El Papa Negro / Resenha na Roadie Crew
Edição nº206 /Março 2016 / nota 9,0
 
 
Disgrace And Terror - El Papa Negro Sudamerica Tour 2016
Sudamerica : Brasil, Colômbia, Equador, Peru, Chile e Argentina.
 
ColdBlood - Novo album via Distro Rock Records
Falta pouco para que o novo disco de um dos mais tradicionais nomes do Death Metal sul-americano saia do forno e é hora do COLDBLOOD apresentar a capa e o título do novo álbum.
Este, que será o terceiro álbum oficial de sua discografia, recebe o título de ‘Indescribable Physiognomy of the Devil’ e teve a capa feita pelo artista brasileiro internacionalmente reconhecido Rafael Tavares (Azaghal, Blood Red Throne, Ocultan, NervoChaos, Ophiolatry).
Lançamento está previsto para abril no Brasil via: Distro Rock, Mutilation e Feed Bizarre. O álbum terá dez faixas e mais três bônus. O tracklist será apresentado em breve.
 
Horror Chamber ''Eternal Torment'' em breve lançamento via Distro Rock Rec.
Em parceria com os selos Hurricane Records e Extreme Zone Records.

Lançamento no mês de abril.

 

Disgrace And Terror - El Papa Negro /Resenha no metal samsara.
É a clara sensação de quando ouvimos bandas que ficam entre o Death e o Thrash Metal. Sim, pois quando você coloca uma para ouvir, temos a idéia clara de ser uma banda do Brasil. E isso se dá ao longo histórico de boas bandas nessa mistura que surgiram nos anos 80 e segue firme e forte até hoje. E muitos dos grandes nomes do gênero estão no Norte e no Nordeste do Brasil. Logo, ver uma banda do quilate do DISGRACEAND TERROR (de Belém, no Pará) não é de surpreender. Ainda mais com um trabalho ótimo, "El Papa Negro", seu mais recente álbum.

Reduzido a um trio, com Rot assumindo o baixo (além dos vocais), óbvio que algumas mudanças na sonoridade são esperadas. O disco soa bruto e agressivo como se deve esperar, mas ao mesmo tempo, é bem trabalhado, com uma técnica bem personalizada. Esse power trio tem toda a pegada azeda do Death Metal, as levadas cruas e certeiras do Thrash, mas alguns elementos do Rock'n'Roll de raiz entram no som deles (reparem nos solos de guitarra do novato Vinícius). Ou seja, é diferente do que a maioria faz, e mesmo deu uma melhorada substancial em relação a "The Final Sentence", de 2013. Nota 9,0/10,0

 
 
Disgrace And Terror - Heavy Metal OnLine (em breve)
 
Disgrace And Terror - Resenha no Arte Metal.

Mais Death Metal do que nunca, a banda paraense Disgrace And Terror chega ao seu terceiro full-lenght que homenageia Hector Escobar, escritor, poeta e ocultista colombiano. Além da qualidade sonora da banda distribuída em sete faixas inéditas, o disco traz mais três bônus ao vivo, além de um cover.

Mesmo sempre carregando elementos do Death Metal em suas composições, a banda se manteve na linha tênue do gênero com oThrash. Atualmente com praticamente os dois pés no Metal da morte, o Disgrace and Terror ainda carrega resquícios do Thrash o que faz com que sua música ainda mantenha suas características próprias.

O que realmente impressiona, é como o atual power trio conseguiu moldar seu som sem forçar e hoje representa bem sua proposta. Com riffs consistentes de guitarras, que anunciam o caos e possuem leves doses de melodia, um baixo potente e pulsante, além de uma bateria cheia de pegada, a banda destila seu som unindo o caos à técnica.

Os vocais de Rot (que aqui também comandou o baixo) estão excelentes, transitando do rasgado insano a um gutural imponente de forma absurda. Além de tudo, a produção a cargo de Marcos Saraiva e da banda, no Legacy Studio, soa atual e visceral ao mesmo tempo, fugindo da pasteurização imposta hoje em dia.

Difícil destacar qual a melhor faixa do disco, já que o grupo mostra estar em seu auge no processo de criação. As três composições ao vivo no Equador possuem uma captação um pouco baixa, mas que não comprometem, sendo que o cover de Beneath The Hate (Headhunter D.C.), além de bem escolhido ficou destruidor. Melhor trabalho dos caras que possuem uma rica discografia.

http://blogartemetal.blogspot.com.br/2016/02/disgrace-and-terror-el-papa-negro.html?m=1

 

Caverna-lançamento via Distro Rock Rec.

Gravado nas selvagens terras do Hell de Janeiro sob produção de Victor Whipstriker (Farscape) e Leon Manssur (Apokalyptic Raids), eis o Abismo.

Em conspiração com Vënënö Sönörö (SP), MVCS Distro (CE), Distro Rock (PA), Ihells Productions (BA), Hell Music (RJ) e Resistência Underground (PE).

Disponível a partir de Março.

 
Distro Rock - Novo Flyer da loja 
 
 
 
Disgrace And Terror : Cd já Disponível.
Acabamos de receber novo álbum ''El Papa Negro'' 
lançamento via ‪#‎DistroRockRec‬ em parceria ‪#‎FeedBizarreRec‬
Cd (formato digipack)
R$20 (grátis 01 adesivo,valor sem frete)
www.distrorockrecords.com.br
 
 
Disgrace And Terror : Novo álbum será lançado pela Distro Rock e Feed Bizarre
 
 
O terceiro álbum da banda paraense Disgrace and Terror será lançado em uma parceria entre os selos Distro Rock (também do Pará) e Feed Bizarre do Piauí. O novo disco, que se chamará “El Papa Negro” trará 7 composições inéditas mais bônus, sendo três músicas ao vivo gravadas no Equador e um cover do Headhunter D.C.O Desenho da capa foi feito pelo artista paraense, Diogo Ferreira.O álbum foi gravado, mixado e masterizado no Legacy Studio, em Belém/PA. O CD virá no formato Digipack e vira com um adesivo, de brinde.
 

 

Vale lembrar que o título do álbum é uma homenagem ao escritor, poeta e ocultista colombiano Hector Escobar Gutierrez. O disco tem previsão de lançamento para setembro. Após o lançamento, mais precisamente em outubro, a banda parte para mais uma  tour sul-americana Argentina, Paraguai e Brasil.

 

 

Disgrace And Terror - Resenha na Roadie Crew n°200

Militando no Metal paraense desde 2001, o Disgrace And Terror chega ao seu segundo full lenght apostando cada vez mais na vertente mais agressivo de sua sonoridade.
(Frans Dourado 8,5)

 

Andralls - Resenha na Roadie Crew n°200

O Thrash Metal que sedimentou a reputação do Andralls é uma das coisas mais interessantes do Metal brasileironas últimas duas décadas. (Frans Dourado 9,0)

 

Coldblood - Gravando seu novo disco

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Uma das mais tradicionais e respeitadas bandas de Death Metal da América Latina, a carioca COLDBLOOD, já está em estúdio registrando seu novo disco.
 
O grupo está no renomado Estúdio AM na capital fluminense onde, ao lado do produtor Fernando Campos, iniciou o registro do novo petardo.
 
Este será o terceiro álbum de inéditas do grupo, sucessor do aclamado ‘Chronology of Satanic Events’, lançado em 2013 e celebrado como um dos grandes lançamentos do ano.
 
O material será lançado no Brasil em meio a uma parceria entre os selos Distro Rock, Mutilation e Feet Bizarre em uma tiragem de 2000 cópias em acabamento luxuoso digipack. Serão 10 temas e o lançamento está previsto para Outubro deste ano.
 
Mais detalhes serão revelados em breve.
 

 

 
Disgrace And Terror - Resenha no slowly we rot da Romenia
 
 

Heavy Metal On Line # 55

Novo programa no ar Heavy Metal On Line com matéria Nuclear Assault em Belém (depoimentos de Headbangers sobre o show de 25 anos atrás sobre cancelado da época...)
Após 25 anos, show histórico em Belém 
NUCLEAR ASSAULT na cidade do Thrash Metal 24/agosto no Botequim.

https://www.youtube.com/watch?v=6s_jgup8fQk

 

Andralls - Resenha Á Música Continua a Mesma.

Mesmo que não imaginassem tal fato na época do lançamento, 15 Years Breaknecking - Live in Belem marcou o fim de uma era para o Andralls. Após o mesmo, Alexandre “Xandão” Brito se desligou da banda (retornando a mesma recentemente, junto com Alex Coelho, resultando assim na volta de sua formação original) e em 2014, Cleber Orsioli se despediu para tocar em frente sua nova banda, o Blackning. Sendo assim, esse trabalho tem todo um significado para quem é fã da banda de “Fasthrash” paulista.

http://musicacontinuaamesma.blogspot.com.br/2015/03/andralls-15-years-breaknecking-live-in.html

 

Zenite - Resenha Á Música Continua a Mesma.

Quem conhece o trabalho do Zênite, sabe exatamente o que irá encontrar aqui. É Death/Thrash pesado, seguindo a linha da boa e velha escola oitentista da qual fazem parte. As guitarras despejam riffs carregados de energia e com ótimas melodias, principalmente no que tange aos solos e a parte rítmica mostra boa técnica e peso, alem de variação. Aliás, vale destacar o equilíbrio que conseguiram encontrar para sua música,

http://musicacontinuaamesma.blogspot.com.br/2015/01/zenite-following-funeral-2013.html

 

Coldblood - Resenha Á Música Continua a Mesma.

Apesar de ainda manter seus pés fincados naquele Death Metal brutal que marcou sua carreira, podemos ver traços bem interessantes de evolução na música do Coldblood. O primeiro aspecto que me chamou a atenção foi o fato de terem incorporado elementos do Black Metal em sua música, o que podemos observar em diversos momentos durante os pouco mais de 35 minutos de duração do álbum.

http://musicacontinuaamesma.blogspot.com.br/2015/02/coldblood-chronology-of-satanic-events.html

 

Maleficarum - Resenha Á Música Continua a Mesma.

 

finalmente chegam a seu segundo trabalho, após um hiato de 5 anos.
Serei bem direito, assim como a música do Maleficarum. Aqui não tem espaço para frescuras, invencionices e experimentalismos que tomaram conta do cenário Black dos anos 90 para cá. Nada de passagens excessivamente melódicas (aqui temos poucos traços de melodia), orquestrações e coisas do tipo. É Black Metal em estado quase puro(alguns toques de Death e Thrash podem ser percebidos aqui e ali), pesado, brutal, agressivo, com vocais rasgados e acima de tudo, muito ríspido.

http://musicacontinuaamesma.blogspot.com.br/2015/02/maleficarum-trans-mysterium-2014.html

 

Disgrace And Terror - Resenha Á Música Continua a Mesma.

Em The Final Sentence, o Disgrace and Terror continua mantendo esse equilíbrio de forma bem heterogênea, mas dessa vez pendendo um pouco mais para o Death Metal, sempre na linha da escola oitentista dos estilos. Brutal, violento, agressivo, riffs com pegada bem Thrash, parte rítmica coesa e pesada e vocais variados, que vão do gutural ao rasgado, são características que o ouvinte irá encontrar aqui e vão agradar em cheio a todos os fãs do estilo.

http://musicacontinuaamesma.blogspot.com.br/2015/01/disgrace-and-terror-final-sentence-2013.html
 
Maleficarum - Resenha Brasil Metal História
O nordeste brasileiro vem se mantendo como o pólo da música extrema no país, já que a região é uma fábrica inesgotável de bandas de Death e Black Metal. Outro exemplo disso é o quinteto cearense Maleficarum, que foi formado no ano de 2000 e que somente em 2009 (após duas demos e um split) lançou o seu primeiro ‘full lenght’, intitulado simplesmente “Inferno”. Bastante tempo depois, o quinteto, que hoje é formado pelo vocalista Lord Maleficarum (frontman também do Blasfemador), os guitarristas Incredolus e Count Temeluchus, além do baixista Nebulam e do baterista Lucifugi, retorna com o sucessor “Trans Mysterium”. O Black Metal do Maleficarum carrega influências old school, e traz todos os requisitos que são de praxe: instrumental simples, onde a técnica individual não bate cartão, temática (com letras compostas em português) que ilustra a devoção da banda ao satanismo e, em primeiro plano, contra o cristianismo, e uma produção nada atual, mantendo aquele som abafado e sujo dos primórdios do gênero, sem que saibamos se isso foi feito de forma proposital ou não. No entanto, combinou! Isso porque se a equipe técnica tivesse lapidado demais, a essência do grupo teria ido para o ralo. Após o clima sombrio criado pela introdução “Ajagunã”, a brutalidade toma forma com “Anúbis (Guardião Das Tumbas Da Morte), onde Lord Maleficarum mostra seu diferencial, arriscando alguns breves agudos em meio ao habitual gutural. Vale destacar o trabalho da dupla de guitarristas e, principalmente do baterista Lucifugi, que não dá descanso para a pele da caixa de sua bateria, martelando o tempo todo. O bonus “Cântico Maligno De Invocação Das Sombras” mostra uma qualidade ainda inferior ao restante do álbum em relação à produção, por outro lado, a ótima versão para “Guerreiro De Satã” do Vulcano, põe as coisas em seu devido lugar novamente. Não existe inovação nesse material, mas quem liga já que a proposta é honesta?
Leandro Nogueira Coppi
 
lhttp://www.brasilmetalhistoria.net/2015/03/maleficarum-trans-mysterium-2014.html
 
Colodblood - Resenha Brasil Metal História
Caro leitor, quando algum fã de música extrema lhe perguntar como você definiria o que é um álbum clássico, não frite os seus miolos atrás de uma resposta mirabolante. Simplesmente mostre esse novo álbum do veterano Coldblood e ponto final. Surgido em 1992, no Rio de Janeiro, cidade essa que vira e mexe revela ótimas bandas de Death e Black Metal ao cenário mundial, o Coldblood apresenta em “Chronology Of Satanic Events”, seu segundo ‘full lenght’, uma sonoridade exuberante, que além da agressividade extrema e impiedosa, é composta de técnica na medida certa e muito bom gosto no que diz respeito aos riffs e climas. Isso se estende à produção exercida pelo próprio grupo, que não a saturou com o objetivo de utilizar de uma qualidade ‘old school’. Ao contrário, nesse álbum, que foi mixado e masterizado no The Underworld Studios, na cidade alemã de Solinger, tudo está bem destacado, como a timbragem de cada instrumento, por exemplo. A experiência dos fundadores D. Arawnn (vocal e guitarra) e o baterista Mkult, somada aos anos de estrada, que culminaram com diversos lançamentos de menor formato, além do ‘debut’ “Under The Blade I Die” (2007), propiciaram ao grupo compor dez novas composições da mais pura excelência no que diz respeito ao Metal Extremo. Na parte lírica, o grupo mantém a influência do Black Metal, mostrando sua postura e atitude explicitamente anticristã. O que mais chama atenção no geral é o trabalho das guitarras de D. Arawnn e Artur Cirio, dupla que foi capaz de criar riffs intrínsecos, pesados e com muita melodia, que podem ser conferidos, de cara, na abertura com a ótima “Anti-Christian Neo-Sectarianism”. As palhetadas “cavalgadas” da faixa seguinte, “Cross Inversion”, certamente ganharão o ouvinte, se bem que o álbum todo agradará em cheio, pois todas as músicas têm sua peculiaridade. Como dito no início, esse já nasceu clássico!
Leandro Nogueira Coppi
 
lhttp://www.brasilmetalhistoria.net/2015/02/coldblood-chronology-of-satanic-events.html
 
 
Zenite - Resenha - Resenha Brasil Metal História
Os veterenos do Zênite deram início à banda em Belém, capital paraense, no longínquo ano de 1987, e até meados da década de 90 só tinham lançado algumas demos. Já no novo milênio, a coisa começou a ficar mais produtiva e o grupo pôde então lançar seus dois primeiros álbuns, “Brutal Enigmatic Prophecies” (2000) e “Tales Of Death” (2004), porém, o grupo deu uma pausa em suas atividades, tendo retornado apenas em 2010. Engana-se aquele que se deixar levar pelo nome da banda e pensar que se trata de alguma formação que pratica Heavy Metal Tradicional ou até mesmo Rock Progressivo, já que o que se ouve em “Following The Funeral” é um Metal obscuro, por vezes rápido e agressivo e que busca referências no Thrash e no Death Metal (principalmente em relação ao vocal gutural de Marcelo Histeria) e, porque não dizer, no Metal Tradicional da década de 80. Essas raízes fixas nos Metal oitentista tornam-se ainda mais fiéis, não só pela banda ter nascido nesse período, mas também pela simplicidade da produção realizada em São Paulo, no lendário estúdio Da Tribo, em parceria com o renomado Ciero, que, inclusive, cuidou da masterização e mixagem. A abertura com “Blood” traz aqueles dedilhados sombrios que fizeram a alegria de muitos headbangers durante as duas primeiras décadas do Thrash Metal, sendo substituído por um andamento arrastado. A sequência com “Worms Of The Hate” tira o marasmo inicial e impõe velocidade. A faixa título tem um riff inicial completamente influenciado pelo velho Black Sabbath, assim como o de “Last Home”. Legal que a maior parte das composições vão direto ao ponto, com pouco tempo de duração, exceto pela derradeira e extensa “Cursed Cemetery”, com seus 8 minutos, e que nada mais é do que uma versão, gravada originalmente em 1988 pela ex-banda do baixista Luiz Lobato, Black Mass. A única ressalva fica para a gravação da bateria que ficou demasiadamente crua. Ainda assim é um belo álbum.
Leandro Nogueira Coppi
 
lhttp://www.brasilmetalhistoria.net/2015/01/zenite-following-funeral-2013.html
 
Disgrace And Terror - Resenha Brasil Metal História
 
Os batalhadores do Disgrace And Terror são mais um representante de Belém, no Pará, celeiro de bandas de Metal, que já nos revelou grupos como o pioneiro Stress, Retaliatory, Zênite, A Red Nightmare, Adipocera, Anubis, Delinquentes, Eternal Darkness, Inferno Nuclear etc. O grupo de Death/Thrash Metal já estava há bastante tempo sem lançar um ‘full lenght’, desde o “debut” “Shadows Of Violence” (2005), embora não tenha ficado parado, já que, além dos shows, inclusive ao lado de bandas como Malevolent Creation, Cannibal Corpse e Onslaught, disponibilizou alguns outros materiais. Em “The Final Sentence”, o “D&T” retorna visceral e ríspido, sem deixar pedra sobre pedra através das novas composições que ficaram ainda mais “ardidas” graças à produção da banda ao lado do produtor Kleber Chaar, que juntos também cuidaram da mixagem e da masterização do novo petardo que soa “sujo”, mas longe de estar abafado. A começar pela capa simples, porém bem legal, desenvolvida por Jota F. Trindade e retocada por Fábio Jansen, “The Final Sentence” é carregado de uma brutalidade extrema, o que dá a tônica necessária para que o raivoso vocalista Rot deixe o lado Death Metal falar mais alto dentro da banda, interpretando com insanidade os temas bastante curiosos, principalmente o da música “The Gran Circus In Flames”. O guitarrista Sérgio Inferno cria riffs e solos com resquícios de anos 80, com palhetadas comendo soltas. Enquanto isso, a cozinha formada por Romulo Machado (baixo) e Aldyr Rod (bateria), dão conta da velocidade. “Legado Do Mal” - que já havia aparecido no Split “Terror Nuclear” (2009), que foi gravado ao lado dos conterrâneos do Inferno Nuclear -, ganhou uma versão em espanhol chamada “Legado Del Mal” e contou com a participação de Toño, vocalista da banda espanhola Rato Raro. Falando em Espanha, há três músicas gravadas ao vivo na cidade de Vigo. Vá sem medo, pois a violência está garantida!  
Leandro Nogueira Coppi
 
http://www.brasilmetalhistoria.net/2015/01/disgrace-and-terror-final-sentence-2013.html
 

 

A banda americana de thrash metal Nuclear Assault se apresenta no dia 24 de agosto, no Botequim em Belém / PA.


Realização: Leprosys Produções

Saiba mais: https://ticketbrasil.com.br/show/2876-nuclearassault-pa/

 

A banda polonesa de death metal Vader se apresenta no dia 28 de maio, no Botequim em Belém / PA.

Realização: LEPROSYS PRODUÇÕES

Saiba mais: https://ticketbrasil.com.br/show/2870-vader-pa/

 
 
 
 
NUCLEAR ASSAULT (Eua) - Lenda viva Thrash Metal / Turnê de despedida 2015 
 
 
 
Distro Rock Records - Entrevista no Heavy Metal on Line # 54

Link: http://heavymetal-online.blogspot.com.br/
 
 
 
 
 
 
Disgrace And Terror - Tour 2015
seguindo segunda parte ''The Final Sentence Tour ''

   

Maleficarum - Resenha na Whiplash

A velocidade é um dos elementos principais do trabalho, desde os riffs rápidos, passando por uma cozinha direta e coesa. Há quebradas interessantes, mas a banda opta por um som apocalíptico, cheio de raiva e agressividade. Melodia só de leve e os arranjos de teclados passam longe aqui.

As bases são estruturadas, tendo riffs diretos, ríspidos, típicos do estilo com uma produção que deixa o som mais cru e orgânico, com mixagem e masterização realizada no estúdio 746. Um fator importante e que chama atenção é a objetividade das músicas, já que a média é de três minutos e a banda sabe explorar bem esse tempo.

As letras cantadas em português abordam satanismo e, obviamente, anti-cristianismo e as vocalizações com timbres rasgados são pouco inteligíveis (o que não faz muita diferença). Destaque para Aqueronte e Noite do Terror, mas o disco todo possui um bom equilíbrio.

“Trans Mysterium” ainda trás duas bônus, sendo uma para Cântico Malígno das Sombras (originalmente lançada na demo auto-intitulada de 2009) e o outro para um ótimo cover da clássica Guerreiro de Satã, do Vulcano. Enfim, o segundo álbum do Maleficarum é mais uma obra que acrescenta valor ao Black Metal brasileiro.

Flashover próximo show em Belém no Carnival Diablo Fest 14/02/15

 
 
 
 
Disgrace And Terror - Resenha no A música Continua a Mesma
 
Como já digo há algum tempo, foi-se o tempo em que o epicentro do Metal no Brasil se localizava no Sudeste, mais precisamente no eixo Rio/São Paulo. E se não acredita, basta ver a grande quantidade de ótimas bandas surgidas nos últimos anos, que são oriundas das regiões Norte, Nordeste e Centro – Oeste do país. Com mais de uma década de carreira nas costas, o Disgrace and Terror e mais um desses nomes. Oriundos do Pará, já haviam lançado um debut promissor no ano de 2005, Shadows of Violence, onde praticavam um Thrash com boas doses de Death.
Em The Final Sentence, o Disgrace and Terror continua mantendo esse equilíbrio de forma bem heterogênea, mas dessa vez pendendo um pouco mais para o Death Metal, sempre na linha da escola oitentista dos estilos. Brutal, violento, agressivo, riffs com pegada bem Thrash, parte rítmica coesa e pesada e vocais variados, que vão do gutural ao rasgado, são características que o ouvinte irá encontrar aqui e vão agradar em cheio a todos os fãs do estilo. Não, você não irá encontrar aqui nada algo novo, que não tenha sido feito antes, mas em momento algum o que é escutado aqui soa como simples cópia, fora que possui bastante qualidade. Os maiores destaques aqui ficam por conta de “Psycho Mind”, “No Mercy”, “The Gran Circus in Flames”, “Dead Child” e “Legado Del Mal”, esta cantada em espanhol pelo vocalista Toño Raro, da banda espanhola de Grind/Death Rato Raro. De bônus, você ainda leva três faixas ao vivo, onde mostram o poder de fogo do grupo no palco.
A produção, a cargo da banda e de Kleber Chaar, ficou bem suja. Mesmo que esteja um pouco abaixo da média das produções nacionais que tenho escutado nos últimos tempos, acabou por ficar totalmente condizente com a sonoridade proposta pelo Disgrace and Terror. E correndo o risco de soar clichê, posso dizer que o nome da banda combina perfeitamente com a violência do que escutamos em The Final Sentence. Se curte essa proposta, eis um álbum altamente indicado.
 
NOTA: 8,0
http://www.brasilmetalhistoria.net/2015/01/disgrace-and-terror-final-sentence-2013.html

 

Maleficarum - Resenha no Arte Metal

Cinco anos após o debut “Inferno” (2009), os cearenses do Maleficarum retornam com “Trans Mysterium” e seu Black Metal calcado nas bandas tupiniquim do estilo e com influências enraizadas. Em uma bela embalagem digipack, o disco traz uma sonoridade que irá agradar em cheio aos mais fieis.

A velocidade é um dos elementos principais do trabalho, desde os riffs rápidos, passando por uma cozinha direta e coesa. Há quebradas interessantes, mas a banda opta por um som apocalíptico, cheio de raiva e agressividade. Melodia só de leve e os arranjos de teclados passam longe aqui.

As bases são estruturadas, tendo riffs diretos, ríspidos, típicos do estilo com uma produção que deixa o som mais cru e orgânico, com mixagem e masterização realizada no estúdio 746. Um fator importante e que chama atenção é a objetividade das músicas, já que a média é de três minutos e a banda sabe explorar bem esse tempo.

As letras cantadas em português abordam satanismo e, obviamente, anti-cristianismo e as vocalizações com timbres rasgados são pouco inteligíveis (o que não faz muita diferença). Destaque para Aqueronte e Noite do Terror, mas o disco todo possui um bom equilíbrio.

“Trans Mysterium” ainda trás duas bônus, sendo uma para Cântico Malígno das Sombras (originalmente lançada na demo auto-intitulada de 2009) e o outro para um ótimo

http://blogartemetal.blogspot.com.br/2014/12/maleficarum-trans-mysterium-2014-distro.html

 

Promoção do mês 12/14.
Pedido minimo de R$100,00 (frete grátis)
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(91)98120.9464 wpp

 

 

Maleficarum (Ce) - Proximo Lançamento via Distro Rock Records

segundo albúm  + bonus

 

Disgrace And Terror - Resenha no Arena Metal

Finalmente chegou em nossas mãos o último full da DISGRACE AND TERROR, que vem quebrar mais vidraças. O lançamento anterior desses paraenses foi em 2011 na compilação Terror Nuclear / Shadows of Violence, que foi o resultado da Tour européia, em uma edição especial. Mas no ano de 2013 a Distro Rock Records fez novamente uma investida nesta banda e lançou este “THE FINAL  SENTENCE”.

Vou começar com a capa... É extraordinário ver uma capa trabalhada a punho e a imagem de um julgamento, tudo muito bem elaborado por Jota F. Trindade.

O material foi divido em duas partes, onde as oito primeiras músicas são de estúdio e foram gravadas por Rômulo Machado (baixo),  Aldyr Rod (bateria), Sergio Inferno (guitarra) e Rot (vocal).

A banda continua fiel à mesma pegada Death / Thrash, com riffs cortantes naquela linha de bandas mais anos 90, mas nada tão old e nada de moderno. Agora é um peso desgraçado, principalmente por parte da bateria, que parece uma metralhadora e o plus dos vocais, que ora faz o sujo gutural e o nervoso rasgadão.

A música de abertura, "Psycho Mind", já prende sua atenção por ser uma música completa com peso, variações, solos cativantes, riffs travados... Aí você vai dizer: caralho! Esta música, sem dúvidas, é a melhor do álbum. Então, em um intervalo de 1 seg (não mais que isso) vem "No Mercy", aí você tem a certeza que não só a primeira música é boa. Nesta, o único momento que você tem pra respirar é no riff introdutório. Mas é cacete! Eu mesmo fiquei pensando as músicas deste álbum junto com as dos trabalhos anteriores em um setlist de show. Só cadáveres! Aqui até o circo pega fogo (vale o trocadilho).

As músicas são lineares e oscilantes no Death / Thrash, sempre com riffs que recheiam, vocal que deixa as músicas nervosas, e na cozinha, a bateria que metralha  e o baixo estalante.

O "Legado do Mal", que era cantada em português, ganhou uma nova cara e agora é "Legado Del Mal", vem em Espanhol e acompanhada do vocalista da banda INFERNO NUCLEAR. A grande diferença está mais na forma de cantar, pois não vi muito diferença nos arranjos. Mas percebi uma coisa: na foto interna há quatro integrantes, já na foto de back há apenas três. O que houve?

O material se completa na segunda parte, com um bônus de três faixas ao vivo, sendo uma do Debut Demo "The War" de 2003, com a faixa “The Sensation Is Dead”, mais "Shadows of Violence" (do álbum que recebe este mesmo título) e "Terrorism", deste mesmo álbum. Como sempre a DISGRACE AND TERROR fez um material foda!

http://arenametalpe.com.br/disgrace-terror-2013-arena-metal.htm

 

Prox Show em Belém 04/12/14 no Botequim via Leprosys Produções

vendas de ingressos Distro Rock Store

www.leprosys.com

 

Cooldblood - Entrevista no Questões e Argumentos

http://questoeseargumentos.blogspot.com.br/2014/10/coldblood.html

 

Flyer novo da loja

 

Baixo Calão - Resenha Arena Metal

Sinceramente, demorei muito para pensar um modo como eu poderia começar a resenha deste trabalho dos paraenses do Baixo Calão, intitulado Atmo Mediokra. Ao olhar a ótima arte gráfica do trabalho já constatei que o caos seria a tônica do trabalho e não me enganei, pois os caras não deixam o silêncio ou a normalidade apareceram.

Difícil destacar poucas das 17 faixas do CD. O Gridcore destilado no CD é muito encorpado e, certamente, agradará em cheio os fãs do estilo. Se eu fosse listar algumas nuances nesse trabalho citaria Disrupt, Napalm Death (principalmente do Scum), Nasum, Agathocles, Death Slam, Expose Your Hate, Facada e muita coisa do antigo hardcore finlandês.

Há dois vocalistas, Leandro Pörckö e Beto Core, que proporcionam momentos extremos de gritos, urros e berros. A guitarra de Danilo Leitão apresenta um peso e timbre menos característicos ao estilo e a cozinha com A. Felipe no baixo e William Gomes garante a estrutura rítmica do caos.

Outro destaque à parte é a diversidade lírica, boa parte dela a cargo de Leandro. Desde títulos como "Homem Costumaz" e "Prolegômenos" há frases com palavras incomuns ao português mais popular da atualidade, o Baixo Calão prova que nossa língua pátria, quando bem usada, encaixa bem em qualquer tipo de estilo.

Como falei anteriormente, destacar algumas faixas é difícil pois o trabalho é muito coeso, mas ouso dizer que "Signo da Absurdidade", " Nem Resetando a Humanidade", "Cordão Umbilical Farpado", "Após a Incisão do Tumor" e "Homo Sapiens"(com sua ousada levada mais cadenciada e flertando um pouco com o Black Metal), representam bem a qualidade do trabalho do Baixo Calão. Há ainda duas faixas ao vivo, que mostram que os caras expelem muito ódio ao vivo também.

No geral é um CD até curto em termos de tempo mas que empolga do começo ao fim.

http://arenametalpe.com.br/baixo-calao-2012.htm

 

COLDBLOOD - Metastasis (Christ) 
Lançamento de seu clip official , ao mesmo tempo em tour nacional com Nervochaos + Funerus

 Clipe Official Coldblood :

https://www.youtube.com/watch?v=hys2mLomFng

 

Parágonia - Resenha no Metal Zone

Excelente compilação do que tem de melhor no catálogo da Distro Rock Records somente com bandas do Pará. O estado se tornou celeiro de ótimas bandas nas mais diversas vertentes do metal. E prova disso é essa coletânea com 15 grupos que variam entre Death Metal, Thrash Metal , Black Metal e Power Metal.

Entre os destaques eu fico com o Thrash/Death alucinado do A Red Nightmare, na sequencia o Adipocera cantando em português e investindo em um Thrash Metal rápido e muito pesado, com destaque para as guitarras. Apostando no Thrash Metal oitentista e cantando em português a banda Antcorpus representa muito bem o estilo. 

Já o Death Metal carregado, pesado e soturno do Antrofetido é outro grande momento do CD. A quinta faixa do play é da banda Anubis que apresenta um Thrash Metal de altíssimo nível e com um instrumental de qualidade ímpar. Representando o Hardcore a banda Delinquentes deixa seu recado muito bem mandado sendo pesado e melódico ao mesmo tempo. A bateria e o baixo fizeram um show a parte na introdução da canção “Soterrados”. A banda Dercy Gonçalves traz um Grindcore de respeito e com seus rápidos 52 segundos. 

O Black Metal está presente na coletânea com a Eternal Darkness. A banda é crua, ríspida e insolente com a pomposa “Orchestrator Ov Tridents Domination and Chaos”. Mais um grande grupo de Thrash/Death com riffs matadores é o Hellride. O grupo lembra bandas mais modernas do estilo, com bases rápidas e vocal gutural. A banda Inferno Nuclear é uma ótima aposta no Thrash Metal oitentista. O MNR é mais um representante do Grindcore e mandou muito bem. A Mitra faz um Power Metal com instrumental calcado em bandas como Iron Maiden e Hammerfall. Muito bom o grupo, já que é pesado e melódico, mas sem soar cansativo.

Caminhando para as três últimas faixas do CD a banda NDVB manda muito bem com “Cachaça do Despacho” e seu Thrash/HC muito rápido e sem tempo para o ouvinte tomar folego. A banda Scream of Death flerta com o Thrash e Death metal com maestria. E fechando a coletânea temos o Power Metal caprichado da ThunderSpell. Com ótimo instrumental a banda executa a canção “Shadows Zone”.

http://www.metalzone.com.br/site/resenhas/materia.php?sec=6&a=468&g=5&cod_materia=322

 

COLDBLOOD - Resenha no DieFight

Para quem gosta de death metal obscuro ao estilo anos 90, este álbum é o ideal para se ouvir. Chronology Of Satanic Events é sem dúvidas um belo registro e orgulho do death metal nacional.
Suas faixas mostram do início ao fim que a banda é extrema e única, ressaltando o que é o verdadeiro Death metal!
Para os amantes do estilo não há como não sentir arrepios com tamanha obra.
As faixas “Cross Inversion” e “Evil Icon” são destaques pela sua extrema agressividade e potência incrível, são faixas que mostram total destruição e ao mesmo tempo técnica, na verdade o álbum inteiro merece destaque pelo ótimo trabalho.
As gravações do CD contaram com Artur Cirio e D.Arawnn com seus riffs e solos extraordinários que também fez os vocais e baixo, Mkult na bateria extremamente técnico e rápido ao mesmo tempo, as faixas Avoid Jehovah e Insignia of Abba foram gravadas por Franc Schönmann.
As mixagens e masterizações foram feitas por Mersus no Estúdios na cidade de Solingen na Alemanha. NOTA 10
/http://diefight.com.br/resenhas/2014/08/10/coldblood-chronology-of-satanic-events/


Coldblood - Resenha no Metal Vox

Segundo full length desta trindade maléfica oriunda do Hell de Janeiro, ops, digo Rio de Janeiro. Eu recebi antes deste álbum o EP “The Other Gods” (2012) através do baterista MKult, posso afirmar com veemência que se tratava de um prefácio perfeito para a obra que estava por vir.

É bastante perceptível que a banda adicionou ao seu poderoso Death Metal “pitadas” de Black Metal, de forma sutil e sem perder sua essência, agregando valor e um maior peso. Não se surpreenda ao ouvir o álbum e também ouvir traços de melodia aqui e acolá. Ou seja, a banda segue firme na sua trajetória, mas sem medo algum de ousar para tornar sua brutalidade sonora singular e original – muito bom isto, saindo do lugar comum e distanciando-se das milhares de bandas do estilo.

Pensam que acabou? Nanana nina não! Técnica, sim técnica! Adicionaram técnica no meio desta brutalidade sonora toda e com isto tornando a musicalidade ainda mais mortal, ouvi o álbum diversas vezes e hoje e o cd rolou no meu cd player praticamente o dia inteiro. Das dez músicas do track list matador uma prendeu minha atenção e se destacou das demais: a faixa título, “Chronology of Satanic Events” – o epílogo perfeito para o apocalipse. Portanto meus camaradas eis um álbum que mereceu a minha e certamente merece a sua atenção.

http://themetalvox.com.br/voiceofmetal/?p=1316

dblood - Resenha no Metal Zone
O Coldblood é uma das mais tradicionais bandas de Death Metal do Rio de Janeiro e do Brasil. O grupo está na ativa desde 1992, mas somente em 2007 após anos de lutas e algumas demos o grupo conseguiu lançar seu primeiro CD de estreia, o diabólico e mortal “Under the Blade I Die”.

Em 2013 o segundo álbum completo da banda chegou para os fãs sedentos pelo Death Metal afiado do grupo. No CD “Chronology of Satanic Events” além do peso e velocidade, as letras contra o fanatismo religioso e a idolatria cristã são o ponto forte da banda.

O álbum abre com uma intro apocalipticamente sinistra. E após alguns segundos a faixa de abertura “Anti-Christian Neo-Sectarianism” ganha forma. É uma canção mediana, com muito peso, mas acho que a segunda faixa “Cross Inversion” é que deveria abrir o disco. Além de ter sido o single do álbum, os riffs de guitarra do início da música, os trabalhos de bateria, solo de guitarra e a letra, elegem essa música um dos pontos alto do disco. E já se tornou uma das minhas músicas favoritas de Death Metal.

E mais uma intro obscura e aterrorizante abre a terceira faixa do disco: “Anthropomorphic Idolatry”. E esse é mais um dos vários momentos que a banda consegue no meio do caos e de todo o pesadelo sonoro, fazer solos e riffs muito bons. Já a quarta faixa “Kristophobia” é sem sombra de dúvida uma dos melhores títulos que já vi para uma música. E a canção em si não fica nada a atrás. É uma música curta com pouco mais de dois minutos, mas que ganhará o ouvinte pelo poder de fogo.

O álbum continua se desenvolvendo de forma magistral e parece ganhar mais poder e força com as composições cada vez criativas, como é o caso de: “Insignia of Abba”, “Hell Transcendental”, “Metastasis (Christ)” e “Evil Icon”. O CD é bem homogêneo na qualidade e fecha de forma magistral com “Chronology of Satanic Events”.

Se você é fã de Death Metal e está preparado para ouvir guitarra pesada, bateria marchando para a guerra e o vocal gutural clamando uma legião de demônios para a batalha, não deixe de ouvir esse trabalho do Coldblood.

http://www.metalzone.com.br/site/resenhas/materia.php?sec=6&a=461&g=4&cod_materia=313

 

Disgrace And Terror - Resenha no Metal Zone
Nunca o nome de uma banda fez tanto sentido para a sonoridade que ela produz. Exemplifico assim a desgraceira sonora desses paraenses que executam um Thrash/Death simples e direto. Os solos são certeiros e a bateria bem encaixada, a produção não é das melhores, só que avaliando o conjunto da obra parece que foi até proposital.

Foi na cidade de Belém no Pará em 2001 que o grupo iniciou as atividades. Aos poucos a banda participava de shows regionais até que em 2003 lançaram a demo The War. De lá pra cá fizeram cada vez mais shows, abrindo as apresentações para grandes nomes do metal nacional e mundial. Já lançaram outros dois álbuns completos e em 2013 o Disgrace And Terror chegou ao seu terceiro álbum de estúdio.

O CD tem oito faixas e a última música “Legado Del Mal” é cantada em espanhol. O álbum abre com “Psycho Mind”, que já é um torpedo na boca do estômago. Com vocais guturais, guitarras secas e ríspidas a banda ataca o ouvinte com muito peso e fúria estonteante.

Sem tempo para descansar os ouvidos a segunda música “No Mercy” é uma canção tipicamente Thrash Metal, com uma longa introdução e com bases de guitarra repetitivas e pesadas, mas depois o som ganha velocidade e mais peso.

O quarteto é infernal a cada faixa. É uma barulheira ensurdecedora e convidativa para agitar até a cabeça descolar do pescoço. O disco se desenvolve muito bem e sem deixar tempo para respirar.

O CD ainda conta com quatro faixas bônus gravadas ao vivo, que mostra bem o potencial do grupo nos shows.

Para os fãs de Thrash/Death o Disgrace And Terror é uma ótima pedida. Vale muito a pena conferir o trabalho dos caras.

http://www.metalzone.com.br/site/resenhas/materia.php?sec=6&a=460&g=5&cod_materia=312

Andralls Dvd - Resenha no Arte Metal

E os reis do ‘Fasthrash’ aportaram em Belém/PA e sem pudor deixaram seu rastro neste DVD gravado durante a apresentação da banda no Teatro Experimental Waldemar Henrique, no dia 23 de junho de 2013.
 
Não há dúvidas que o Andralls é umas das principais representações do Thrash Metal nacional dos anos 2000 e isso fica ainda mais evidente ao ver um show da banda, pelo menos pela telinha. É impressionante a capacidade do trio (infelizmente o batera Alexandre Brito deixou o grupo) de se multiplicar em cima do palco.
 
O vocalista e guitarrista Cléber Orsioli detona cantando e executando os riffs e solos de maneira impecável tendo o baixo de Eddie C. como grande suporte de sustentação. Aliás, Eddie executa suas linhas preenchendo as lacunas, para o guitarrista solar a vontade quando necessário.
 
Alexandre Brito tritura sua bateria com uma energia que empolga e sem dar chances para os pescoços. No repertório a banda destila clássicos abrangendo bem sua discografia com petardos comoUnder the Insanity, Enemey Within, Rotten Money, Beyond The Chaos e Andralls On Fire. São 13 composições de triturar o pescoço.
 
O público insano participa do espetáculo com uma intimidade incomum com a banda, como o underground deve ser encarado. ‘Stage Divings’ e ‘Moshes’ sem parar, faz com que o telespectador sinta vontade de estar ali, quebrando ossos sem dó nem piedade.
 
A captação das imagens é boa e a qualidade idem. O som está muito bom, mas percebe-se uma leve mexida pra deixar a coisa mais na cara, parecendo até que foi gravado em estúdio, porém tal sincronia com as imagens poderiam ser um tanto quanto que impossíveis.
 
O DVD ainda conta com uma espécie de documentário fora de ordem mostrando a banda na estrada, inclusive no exterior. Isso sempre é bom, pois mata a curiosidade de quem não pode acompanhar o grupo sempre. Nos extras 2 videoclipes para as faixas Under The Insanity e Subhuman Wars.
“15 Years Breaknecking - Live in Belem” é um registro importantíssimo para o Andralls que conseguiu se consolidar no underground sem fazer muita firula. Um trabalho que serve para coroar a bela carreira desse grupo. Nosso desejo é que os caras tenham muita lenha pra queimar!

8,00

http://blogartemetal.blogspot.com.br/2014/05/andralls-15-years-breaknecking-live-in.html

 

Andralls Dvd - Resenha no Arte Extrema (26/04/14)

Achar Andralls foda é redundante. E acompanhar esse DVD que celebra os quinze anos de carreira é essencial. É um material sem frescuras, bem na cara, com qualidade da imagem e do som muito bons. Valeu, Distro Rock Records (http://www.distrorockrecords.com.br/)!
Performance do trio? Sangue nos olhos, meu amigo! Nas treze músicas executadas, dá pra ver a garra de Cléber Orsioli (vocal/guitarra), Eddie C. (baixo) e Alexandre “Xandralls” Brito (bateria) e o prazer dos caras em executarem seu Fasthrash furioso.
O público de Belém corresponde à altura, agitando do início ao fim. Não faltam ‘stage dives’!
Bom, tem aqueles sons de gosto pessoal que detonam demais: “Under the Insanity”, “Two Sides” e “Crosses Shall Burn” é uma trinca demolidora ao vivo!
Putz, que pena que o show termina logo, cerca de 45 minutos – cadê o bis?? -, mas o bom, no fim das contas, é deixar atiçado, querendo mais e mais! Ah, voltando ao ‘stage dive’, os três integrantes se jogaram no meio da platéia depois da apresentação, o que mostra o clima festivo e amigável nesse dia.
Nos extras, imagens interessantes da banda na estrada, seja no Brasil ou no exterior. Fatos inusitados, mencionados no programa Arte Extrema 31, são um dos destaques aqui.
Além disso, há um merecido (embora breve) documentário sobre a história da Andralls, naquele clima literalmente de conversa de bar. Isso sim é underground!
Por fim, os videoclipes de “Under the Insanity” e “Subhuman Worms”.
Uma pena Xandralls ter saído do grupo, pois o entrosamento com os outros caras era (é) fora do normal. Ao menos, como consolo, deixou esse importante registro do Thrash Metal nacional. Aliás, do Fasthrash insano!
Cara, suas veias PRECISAM disso!
http://somextremo.blogspot.com.br/2014/04/dvd-andralls-15-years-breaknecking-live.html

Andralls Dvd -  Resenha no Metal Samsara

As bandas brasileiras andam investindo bastante no formato DVD para divulgar seus trabalhos nos últimos anos. E isso representa um avanço em vários sentidos, em especial para mostrar que as condições precárias para se fazer um show e mesmo para se gravar em vídeo uma apresentação está virando apenas um passado negro na história do Metal nacional. E a maior prova disso é o DVD "15 Years Breaknecking - Live in Belem" do ANDRALLS, trio de Thrash Metal moderno do Brasil, que além de estarem comemorando 15 anos de muito pescoço doído e hematomas causados pelos stagedives e moshpits de seus shows, mostram a força do público do Nordeste em termos de Metal. Um ótimo lançamento da Distro Rock Records.
 
Para o Nordeste, diz o Pai Marcão!
 
Gravado no dia 23 de Junho de 2013, em uma apresentação do trio no Teatro Experimental Waldemar Henrique, em Belém (PA), com produção da Leprosys Produções, do próprio grupo e pela On Fire Booking Agency (https://www.facebook.com/onfireagency), são 123 minutos do mais puro e duro "FasThrash" possível.
 
A qualidade de imagens é ótima (com o uso de várias câmeras, e edição e produção de Di Lallo e Fábio C. Lins, da AV Works Audiovisual), e a de som está perfeita (e pelo que conhecemos desses três, não tem overdub nenhum, apenas o tratamento de mixagem e masterização que foi feito por Jander Antunes, do Blue House Studio), conseguindo aliar esses fatores à captação da intensidade e energia de um show do grupo. E cada música tem a legenda com seu nome (o que ajuda bastante os fãs mais novos a começarem a aprender sobre o trabalho do grupo), bem como tem legendas em português disponíveis. E o menu interativo e feito com ilustrações de Laurindo Rodrigues (a imagem é hilária, com o desenho do Eddie soltando um urro, bem no espírito do ANDRALLS).
 
E ao vivo, o ANDRALLS é uma máquina Thrasher sem dó de pescoço algum!!
O setlist do show foi escolhido muito bem, com composições que abrangem toda sua carreira, os 15 anos de pura vontade de ferro e selvageria, de investir em um estilo que era considera "fora de moda" e "morto" quando eles começaram. 
 
É interessante notar não só a solidez da formação (que infelizmente está desfeita, já que Alexandre Brito, batera da banda por anos, saiu do grupo), mas a interação de cada um deles com o público. Cléber se comunica muito bem entre as músicas, sabendo incendiar o público presente, mas sempre se mostrando educado (agradece sempre a presença de todos no evento), vocifera as canções com vontade enquanto toca riffs insanos e pesados, ao passo que o veterano Eddie no baixo não só se movimenta bem como interage bem com o público. E Alexandre, o querido e mano Xandão, ou como conhecemos, "Xandralls", mesmo por trás de seu kit de bateria (e é animal demais em sua técnica e pegada pesada) sabe se comunicar. E tome pérolas como "Under the Insanity", "Rotten Money", "Thrash Blood's Mine", "Cocaine", "In the Eyes of the Killer", e a clássica e incendiária "Andralls on Fire". Um show delirante, e que faz justiça à história do grupo, e que fique o testemunho: os bangers do Norte e Nordeste dão uma aula no quesito presença (pois haviam muitas pessoas na casa) e energia (pogo, slamdancing, satgedives, e tudo mais. O público estava insano!). E ver os três dando stagedives ao final do show e  cumprimentando o público é algo mágico, já que a interação público-banda é extremamente importante.
 
Na sessão "On the Road", temos um diário da banda, mostrando cenas da "Breakneck Tour", tocando em shows em várias cidades (Europa e Brasil), e chega a ser cômica a maneira que a banda posta em vários momentos, piadas aos montes, participação no programa de TV "Ritual Sonoro", então, deixaremos aos fãs como dever de casa a apreciação e descoberta de cada um deles. E este Tour Report vale a pena ser visto várias vezes.
 
E como se já não fosse muito, ainda temos na sessão "extras" um mini documentário, onde eles contam a história do ANDRALLS, com a presença de vários ex-membros, Alex Coelho, Gustavo Pinheiro, Júnior, Fabiano Penna (sim, ele mesmo, o ex-REBAELLIUN e ex-THE ORDHER, e produtor musical), Dewidson e Di Lallo. E tudo isso em ordem cronológica, seguindo os anos e os discos do grupo. Mas ver Cléber, Eddie e Alexandre em um bar e comendo tira-gostos enquanto contam a história do grupo é pura irreverência.
 
E para cravar o último prego no caixão, ainda temos os vídeos oficiais para "Subhuman Worms" e "Under the Insanity".
 
UM DVD que vale por cada um dos aspectos mostrados acima, como testemunhoi histórico dos 15 anos de vida do grupo. E pelo que vimos, ainda virão mais outros 15 ou 30 anos nessa vida insana!
 
Recomendadíssimo!

http://metalsamsara.blogspot.com/2014/03/andralls-15-years-breaknecking-live-in.html
 

Andralls dvd - Resenha no recife metal law

Quinze anos, é poucas bandas que resistem ao tempo, ainda mais quinze anos. O Andralls, ao longo destes anos, sofreu inúmeras baixas em sua ‘line up’, mas esta aí, firme e forte como um power trio; power mesmo, porque a banda é uma usina sonora com seu FastThrash (conceito que ainda não engulo). Logo na abertura do DVD temos no menu uma arte tipo quadrinhos feita pelo Laurindo Rodrigues bem legal. O baixista Eddie é retratado com seu inconfundível “ahhhh” que me fez rir logo de cara. Mas o que achei bastante interessante neste DVD comemorativo de quinze anos foi entrar nos extras e conferir um documentário sobre a história da banda. A banda atual comentando, sentada num boteco, tomando umas cervejas e comendo uns petiscos e ‘breaks’, com depoimentos de todos os ex-integrantes. Isto foi uma jogada de mestre e com certeza é uma oportunidade ímpar para conhecermos mais um pouco sobre a banda. Outra jogada foi a seção ‘On The Road’, que mostra a banda na estrada, enfrentando as dificuldades de transporte, de dormida, do frio lancinante da Europa; shows diversos. Mas o que mais me chamou a minha atenção foi ver a emoção do guitarrista/vocalista Cleber Orsioli abrindo seu e-mail e vendo o exame de ultrassom de sua esposa e ver que seria pai, além de ver imagens do show da banda em Serrinha/BA - produção do incansável guerreiro Cristiano Carvalho. Ainda tem mais camaradas, dois videoclipes nos extras: “Under The Insanity” e “Subhuman Worms”. A parte principal do DVD é o show que a banda realizou no Teatro Experimental Waldemar Henrique no dia 23 de junho de 2013 em Belém/PA. A gravação começa mostrando o público fora do teatro – para quem não sabe, Belém tem a maior cena do Norte/Nordeste – e, na sequência, o Andralls manda ver um ‘set list’ de treze arregaços! Thrash nas moleiras dos presentes!  Matador e que empolga bastante, vale a pena parar e sacar isso. Recomendo aumentar o som e se você se pegar baguegando pela sala não se espante. Vale à pena ter este DVD em mãos.

http://www.recifemetallaw.com.br/index.php?link=materias&id=637&tipo=reviews_dvds

 

Lançamento Distro Rock Records em parceria Die Hard Rec & Mutilation Rec

Novos lançamentos via Distro Rock Records

 

Coldblood & Disgrace and Terror - Resenha no Hell Divine Magazine
http://helldivine.blogspot.com.br/2014/03/hell-divine-n-18-nova-edicao-da-revista.html

 

Lançamento via Distro Rock Records

 

 

Flyer da loja Distro Rock Store

 

Coldblood - Resenha no Metal Rocks.
O COLDBLOOD tem em Chronology Of Satanic Events o seu segundo trabalho full length, no qual a banda pratica um Death Metal satânico, impiedoso e ultra pesado, despejando riffs raivosos e uma batera insana. VITAL REMAINS antigo serve como uma breve referência, mas é preciso dizer que o COLDBLOOD tem uma cara própria, o que costumo chamar de Death Metal brasileiro, que é o estilo bem particular que nós, brasileiros, fizemos este estilo de som. Somente as bandas daqui soam desta forma, e os cariocas não fojem à regra. Constituído de D. Arawn (V/G), Mkult (D) e Artur Cirio (G) a banda forja temas que alternam momentos de pura brutalidade, com partes rápidas e partes que merecem uma cadência e um certo groove (no melhor sentido da palavra). As guitarras de D. Arawn e Artur não se cansam de martelar  riffs e mais riffs, e o fazem de maneira soberba porque se trata se riffs criativos e empolgantes; já a batera de Mkult destaca-se pela alternância na sua velocidade mas também com uma variação que jamais a torna ‘reta’, pois há um quebrada diferente de instante em instante, bem como o fato do cara descer a lenha sem dó nem piedade. O baixo foi gravado por D. Arawn E Franc Schönmann. Todo o disco é de extrema qualidade, todos os sons são bem construídos e como foi dito anteriormente, prendem a atenção do ouvinte. Pedradas como “Anti-Christian Neo-Sectarianism”, “Cross Inversion”, “Kristophobia”, “Avoid Jehovah” entre outras não deixam eu mentir. E nem poderia ser diferente, pois o COLDBLOOD é formado por headbangers experientes na cena metálica nacional e carioca, tendo já integrado grandes nomes do Metal Extremo brasileiro. Vale a pena conferir esta banda. 8,5(10,0)

http://metalrocks.com.br/resenhas/coldblood_chronology/

 

Parágonia - Resenha na revista Roadie Craew n°182

Para quem pensava que o Pará não era celeiro de música pesada, uma prova cabal de que isso é um grande erro: eis uma excelente compilação com quinze representantes de lá, em uma louvável iniciativa da Distro Rock Records, residente no estado. A garra com que cada banda excuta sua composição já instiga o ouvinte a acompanhar o disco todo, prestando atenção em cada detalhe. Abrindo o álbum, o Death Metal voraz do A Red Nightmare, um dos destaques aqui. Mas tem outras coisas muito boas também, como Antrofetido, que também investe no estilo, ou Anubis e seu Thrash bem trabalhado. Outros nomes que valem muito a pena? Hellride, Mitra e Scream Of Death. O registro abrange diversos estilos, quase todos voltados ao extremo, provando que a cena underground de lá é rica. Batendo na tecla de sempre, quando o assunto é coletânea (ou compilação, como está nomeado aqui): diferenças de produção entre os grupos são perceptíveis, porém é ótimo constatar que nenhum deles apresenta gravação insatisfatória. "Não adianta só pensar, sonhar e reclamar, tem que correr atrás ou já era!", escreveu o proprietário da gravadora, Andre "Bocão", no encarte. É assim que o cenário se fortalece. 8,0

Christiano K.O.D.A.

 

Lançamentos Distro Rock Records

 

Escarnium - Entrevista no Recife Metal Law
Após o lançamento de uma Demo, um EP e um Split, a banda baiana Escarnium chegou, em 2012, ao seu primeiro full lenght, o aqui comentado “Excruciating Existence”. Advinda de um Estado que tem uma tradição muito forte no quesito Metal Extremo, a Escarnium mantém intacta a qualidade sempre apresentada por bandas da Bahia. Isso não significa que esse ‘debut’ é um mero clone do que já fora feito em termos de Death Metal na Bahia, mas sim um trabalho que vem a fortalecer o cenário extremo de lá. Após uma minúscula “Intro”, o que ouvimos, logo de início, nesse ‘debut’, na música “731”, é uma musicalidade avassaladora, como não poderia deixar de ser: Death Metal veloz, com vocal urrado, de início, e depois despejando linhas cavernosas, as quais seguem a linha brutal. A música seguinte é “Salvation Through Ziklon B”, que mantém a mesma pegada da anterior, com riffs pesados, velozes, mas também apresentando momentos mais ‘marcados’, com bateria e baixo no comando. São bases doentias, tão doentes como as levadas Death Metal praticadas pela Escarnium. Mesmo com a brutalidade em voga nas músicas, a banda não abre mão de momentos mais mórbidos, e com certa influência da música feita pelo Incantation (ao menos foi essa a impressão que tive em alguns andamentos instrumentais, mesclados aos vocais). Apesar de fazer um estilo brutal, a banda não fica na mesmice do lugar comum, alternando momentos mais devastadores, com algo mais mórbido, moribundo e muitos andamentos de todas as músicas, dependendo do que cada letra pede. Isso mesmo! As letras se interligam, já que “Excruciating Existence” se trata de um álbum conceitual. A parte lírica é, deveras, bem feita, e mostra a preocupação da banda em se passar a sua mensagem forte, que fala da fragilidade e decadência da hipócrita existência humana. A gravação está num nível altíssimo, o que acrescentou ainda mais peso ao álbum, mas deixando toda a parte instrumental bem definida. A parte gráfica, apresentada num tom preto/acinzentado, demonstra toda a morbidez encontrada neste álbum. E os responsáveis por sua concepção foram Victor Elian (vocal/guitarra), Eucini Santy (guitarra), Vitor Giovanni (baixo/backing vocals) e Nestor Carrera (bateria).
 http://www.recifemetallaw.com.br/index.php?link=materias&tipo=entrevistas&id=237

 

Parágonia - Resenha no Recife Metal Law
Coletânea idealizada pelo selo paraense Distro Rock, capitaneado pelo sempre batalhador André Bocão. A coletânea teve por objetivo, como seu próprio nome já diz, divulgar bandas apenas do Pará. Obviamente que nessa primeira edição da coletânea estão apenas alguns representantes do Underground daquele Estado. As bandas são apresentadas, no ‘track list’ da compilação em ordem alfabética e, para os desavisados, a banda A Red Nightmare já chega causando espanto, com um grito esporrando logo de início. E a coletânea não se limitou a apenas um estilo, em particular, apesar de ser predominante as vertentes mais extremas, tais como Thrash Metal (Antcorpus, Anubis, Inferno Nuclear...), Grindcore (Delinquentes, Dercy Gonçalves...), para citar algumas bandas, mas todos os estilos, de certa forma, estão lá. Afinal podemos ouvir o Heavy Metal bem feito e cheio de atrativos do Mitra e do Thunderspell; o Black Metal impiedoso do Eternal Darkness DCLXVI; o Crossover extrovertido do N.D.V.B., entre outros estilos. A gravação apresentada por todas as bandas é algo a ser salientado, afinal estão com um patamar muito bom, sem variações bruscas, apesar dos estilos distintos apresentados na coletânea. A parte gráfica é muito bem feita, com a capa trazendo alguns pontos de Belém ou do próprio Estado do Pará – acredito eu – em chamas. Além disso, o encarte contém diversas páginas com informações sobre as bandas, tais como formação e contatos, via rede social ou e-mail, além de duas páginas dedicadas à propaganda do selo, o que é totalmente justo. O encarte também menciona que o lançamento foi feito em parceria entre a Distro Rock e as próprias bandas, o que abrange ainda mais seu alcance. Ao todo são quinze bandas, cada uma apresentando uma música e mostrando que o Pará tem mais mhttp://admin.boxloja.com/admin/loja/paginasúsica de qualidade do que se pensa e que “Parágonia” é apenas um aperitivo para aqueles que procuram por mais informações sobre o cenário Underground daquele Estado.

http://www.recifemetallaw.com.br/index.php?link=materias&id=600&tipo=reviews_cds

 

Lançamentos via Distro Rock Records :

 

Distro Rock Records - Novo Lançamento

Mystifier - Göetia + Bonus (Digipack)
Novo lançamento em parceria com selos Distro Rock Records , Die Hard & Mutilation Records
1. Aleister Crowley and Ordo Templi Orientis 0
2. An Elizabethan Devil Worshipper's Prayer Book
3. The Sign of the Unholy Cross
4. Caerimonia Sanguilentu (Göetia)
5. Beelzebuth
6. The Realm of Antichristus
7. The True Story About the Doctor Faust's Pact With Mephistopheles
8. Cursed Excruciation / The Sinuous Serpent of Genesis (Leviathan)
9. The Baphometic Goat of Knights Templar in the 12th Century

+ Bonus Track

Foto: DRR023 - MYSTIFIER - Göetia + Bonus (Digipack)
Novo lançamento em parceria com selos Distro Rock Records , Die Hard & Mutilation Records 
1. Aleister Crowley and Ordo Templi Orientis 0
2. An Elizabethan Devil Worshipper's Prayer Book
3. The Sign of the Unholy Cross
4. Caerimonia Sanguilentu (Göetia)
5. Beelzebuth
6. The Realm of Antichristus
7. The True Story About the Doctor Faust's Pact With Mephistopheles
8. Cursed Excruciation / The Sinuous Serpent of Genesis (Leviathan)
9. The Baphometic Goat of Knights Templar in the 12th Century

+ Bonus Track

 

 

Disgrace and Terror - Resenha no Metal Samsara.

 
Muitas pessoas restringem seu conhecimento do Metal nacional apenas ao eixo RJ-SP-MG, esquecendo que em todos os estados do país existem representantes honrados do estilo, e a Distro Rock Records comprou a briga de pôr o segundo CD do quarteto paraense DISGRACE AND TERROR, chamado "The Final Sentence", nas lojas.
 
O quarteto da tão querida Belém, no Pará (de onde vem a primeira banda de Metal nacional a lançar disco, o STRESS), mostra uma mistura empolgante da agressividade do Death Metal com a técnica e adrenalina Thrasher, com um corpo bem anos 8o em sua música, logo, é um coice muito bem dado nos tímpanos. Bons vocais que transitam entre o rasgado com urros guturais, riffs de guitarra ganchudos e vibrantes à lá SLAYER (com belos inserts da velha escola), baixo e bateria coesos e pesados. A música da banda não chega a ser algo novo (e nem precisar ser, oras), mas é muito, muito bom.
 
Gravado, mixado e masterizado no Estúdio Chaar, por Kleber Chaar e pelo próprio quarteto, a gravação é um suja, remetendo um pouco ao que era feito no início dos anos 90 por aqui, só que menos "esfumaçada" e mais clara e compreensível. Óbvio que isso não lhes tira o mérito musical, mas poderia ser um pouco melhor. Já arte, um trabalho bem simples e eficiente de Alcides Burn (www.theburnart.bolgspot.com.br) emoldura bem o trabalho do grupo, com capa feita por Jota F. Trindade e arte final de Fábio Jansen (www.pencilbluestudio.com), que deixo a banda gráfica

Em termos musicais, o grupo se sai muito bem, já que são veteranos e sua música usa e abusa de ser agressivo e pesado, mas sem perder a coesão melódica. E temos grandes momentos como em "Psycho Mind" (uma pedrada que abre o disco, com ótimo trabalho de bateria e baixo), a empolgante "No Mercy" (bem rápida de agressiva, agora com as guitarras mostrando um trabalho muito bom com riffs ganchudos), "The Gran Circus in Flames", a excelente "Dead Child" (um pouco mais cadenciada, o que acaba pondo em destaque bateria e vocais, que ficaram muito bem aqui), e "Legado Del Mal", cantada em castelhano, uma versão de "Legado do Mal", que aparece em um split da banda com o INFERNO NUCLEAR, e é cantada por Toño Raro, do RATO RARO, banda de Grindcore da Espanha. E como se não fosse bastante, ainda temos 3 bônus ao vivo (onde quem toca guitarras é Renato Costa) para "Shadows of Violence", "The Sensation is Dead" e "Terrorism" (ouçam até o fim, vale a pena), todas golfando energia, mostrando que o entre o que se ouve no CD e o que se vê nos shows, não existem discrepâncias.

 

Nota 8,0/10
Por Marcos "Big Daddy" Garcia

http://metalsamsara.blogspot.com/2014/02/disgrace-and-terror-final-sentence-cd.html

 

Lançamento via Distro Rock Records :

 

Zenite - Resenha no Metal Samsara.
O Norte e Nordeste do Brasil, para quem não sabe, fervilha com boas bandas de Metal, em todas as suas vertentes. E mais um bom nome que nos chega é o do experiente ZÊNITE, de Belém (PA), um quinteto que trilha os caminhos do Death Metal com pitadas de Thrash em uma veia bem Old School. E "Following the Funeral", terceiro disco da banda  e que a Distro Rock Records botou nas lojas, é um bom lançamento.

Death Metal de fato é a linha que eles, bem bruto e sem frescuras, mas com ótimas melodias surgindo do trabalho de guitarras, especialmente nos solos. E apesar de fazerem um trabalho bem homogêneo em termos de instrumental, a casa de força da banda é justamente sua ótima dupla de guitarristas. Não que os vocais, baixo e bateria fiquem longe, não é isso, mas os riffs e solos fazem a diferença, já que são eles que puxam a energia Thrasher do grupo.

Produzido pela própria banda e por Ciero, a sonoridade do grupo soa bem crua e azeda, mas ao mesmo tempo, isso não deixa a banda sem qualidade sonora ou sem "punch". Poderia ser melhor, mas ao mesmo tempo, não chega a ser tão danoso ao trabalho. Já a arte foi bem feita, um bom trabalho de Fernando L. Farias da The Most Destructive Art, e que apesar de não ser exagerado, mostra bom gosto.
 
 
 
O quinteto mostra um bom trabalho, e a experiência deles torna a audição do disco bem agradável para os fãs de Metal extremo em geral, com um bom nível de composições, com boas variações rítmicas.
 
Há músicas ótimas, como "Blood" (que começa cadenciada e azeda, até virar uma paulada veloz, com destaque para o ótimo trabalho de baixo e bateria), a trabalhada "Worms of the Hate" (ótimos riffs de guitarra), "Following the Funeral" (mais cadenciada no início, e com um andamento empolgante, com bons vocais e solos de guitarra), a trabalhada "Last Home", e a longa e pesada "Cursed Cemetary", com um ótimo trabalho da dupla de guitarras, belos andamentos variados e vocais insanos.
 
Que venham logo fazer alguns shows nos grandes centros como Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo e outros, pois a banda é muito boa.

Nota 8,0/10
 
Por Marcos "Big Daddy" Garcia

http://metalsamsara.blogspot.com.br/2014/02/zenite-following-funeral-cd.html?m=1

 

Lançamento via DIstro Rock Records :

 

Disgrace and Terror - Resenha no Arte Metal.


O segundo full-lenght dos paraenses do Disgrace and Terror confirma o que ficou premeditado nos lançamentos anteriores. Isto é, aquele dedão do Thrash Metal da banda que insistia em cutucar o Death Metal, virou um pé inteiro e agora a banda está mais agressiva do que nunca.
 
Um dos maiores nomes do Metal extremo do Pará, o Disgrace and Terror adicionou elementos do gênero mais brutal do estilo e mesmo assim ainda manteve as características do Thrash Metal que pratica há 13 anos.
 
Isso se evidencia principalmente nas letras e nos vocais de Rot. Vocais estes que é um dos destaques do trabalho. O rapaz mostra uma impressionante versatilidade com um timbre excelente e uma variação muito interessante. Rot canta com guturais em algumas composições, sendo que em outras manda um rasgado raivoso, parecendo que a banda possui até outro cantor em seu line-up.
 
A guitarra de Sérgio Inferno continua com sua pegada Thrash, mas com uma veia mais mórbida e suja o que comprova as novas influências. Seus solos rápidos também estão bem encaixados. Enquanto isso, a cozinha formada por Rômulo Machado (baixo) e Aldyr Rod (bateria) alia ainda mais peso às composições.
 
“The Final Sentence” conta com uma boa produção que ficou a cargo de Kleber Chaar e da própria banda, no Chaar Studio, além de uma interessante arte gráfica que foi desenhada por Jota F. Trindade e finalizada por Fabio Jansen. Sem sombras de dúvidas, o melhor trabalho da banda até então
 
8,0
 

Vitor Franceschini

http://blogartemetal.blogspot.com.br/2014/02/disgrace-and-terror-final-sentence-2013.html

 

Lançamento via DIstro Rock Records :

Parágonia - Resenha no Rock Underground
Antigamente as coletâneas eram criticadas por serem consideradas paus-de-sebo ou caca-níqueis. Sabemos de muita gente que ganhou rios de dinheiro lançando coletâneas de bandas Underground, pois quem lançava sabia que não vendia muito, mas cobrava rios das bandas para participarem e estas, por quererem promoção, se lançavam e muitas vezes entravam em verdadeiras roubadas. Mas aqui, o bicho pega e o negócio é diferente, pois a Distro Rock promove de verdade o Underground no Pará e do Pará para o resto do Brasil e do mundo. São 15 bandas paraenses de Metal Extremo, variando do Thrash, Death, Black, Metalcore, Heavy, Crossover e afins. Como sempre fizemos, desde os tempos do zine, não vamos citar destaques, pois é sacanagem, então, vá atrás da sua coletânea e apoie o Underground do nossos Brasil! RC – 8,0

http://rockunderground-mag.com/metal-nacional.html

Disgrace and Terror - Resenha no Rock Underground
Segundo petardo dos paraenses do Disgrace And Terror, seguindo seu Thrash/Death, antes mais Thrash do que Death, agora mais Death do que Thrash. Uma das bandas mais Brutais do país, das de Death e Thrash, nestes 13 anos de atividade do grupo. O líder Rot (singelo, né?), vocalista e letrista, é destaque certo, com variação e versatilidade. Gutural, rasgado, gritado, ele oscila entre o Thrash e o Death, com passagens pelo Grind até. Mas ele varia muito, parecem vários caras que cantam, como se fosse uma Opera Grind, pela variação. A guitarra de Sérgio Inferno vem com aqueles riffs Thrash bem Old Brazilian School, com alguma sujeira e frieza. A cozinha formada por Rômulo Machado (baixo) e Aldyr Rod (bateria) se mostra coeza também. O disco é bem homogêneo sem destaques individuais, e vale a pena conhecer a banda, você que é fã de Thrash/Death. RC – 7,5

http://rockunderground-mag.com/metal-nacional.html

 

Lancamentos via |Distro Rock Records :

Coldblood - Resenha no Rock Underground
A banda é uma daquelas que vai do Death ao Black Metal tranquilamente, sem sustos, e com competência. Um som cada vez mais técnico, mas bem trabalhado, melhor produzido, beirando o Brutal Technical Death/Black, com algumas melodias, sempre sombrias, e peso, bem pesado. Vocais guturais e certeiros, riffs secos em profusão (bangueie a vontade), e cozinha com altas doses de “metranca”, variando com andamentos ora velozes, ora arrastados. São as alternâncias de todos estes elementos que fazem uma banda de talento e o é. A produção feita por Chris "Mersus" Menning, no The Underworld Studio, em Solingen, Alemanha. A arte do CD tem uma imagem de Jesus de Nazaré amarrado e apodrecendo, feita em cima de uma foto tirada em um antigo templo no Peru. Destaques: a agressiva e técnica Anti-Christian Neo-Sectarianism (com andamentos ora com velocidade ora com cadência), a mais Death Metal Cross Inversion, mais Kristophobia (eu estou com esta doença, pois em todo lugar que você vai só se fala nisso, seja em que campo da atividade humana for, já está enchendo o saco), Metastasis (Christ) e Chronology of Satanic Events. Nada de novo, mas um artefato honesto e fudido! RC – 8,5

http://rockunderground-mag.com/metal-nacional.html

Zenite - Resenha no Rock Underground
Banda de Thrash Death Metal lança seu terceiro registro, comemorando 25 anos de banda. O petardo, Following The Funeral conta com a participação de dois novos guitarristas, Wellinton Maia e Paulo Cruz. Following The Funeral foi gravado no Estúdio Da Tribo em São Paulo de forma analógica e conta com a produção de Ciero, um dos maiores produtores de Metal do Brasil. (Krisiun, Torture Squad, Claustrofobia).  O CD tem 11 músicas e arte gráfica feita por Fernando Lima, vocalista do Drowned. Esta veterana banda do Pará tem seu disco lançado pela conterrânea Distro Rock. A banda trás um som direto e reto, sem inovações, ou seja, Old School mesmo. Ela traz um som que ela fazia desde o começo, lá no fim dos anos 1980. Destaques para Brother of Lucifer, Tears of Horror e a “épica” e longa Cursed Cemetary. Completam a banda Luiz Lobato (baixo), Sandro Maués (bateria) e Marcelo Histeria (vocal). RC – 7,0

http://rockunderground-mag.com/metal-nacional.html

Primeira propaganda na Roadie Crew n°047 /2002 , quando não tinha loja era em casa (ex Metal Force) :

 

Escarnium - Resenha no Metal Rocks.

Excruciating Existence foi lançado em 2012, mas nem por isso o deixarei de resenhar, pois a filosofia deste site é de dar vazão a todo o material que recebemos, da forma que for mais convenientes para ambas as partes (banda e site). Sendo assim, o que posso dizer sobre este álbumhttp://http://heavymetal-online.blogspot.com.br/